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domingo, 4 de abril de 2010

Estudo de Caso


CURSO TECNOLOGIA ACESSIVEL
ANA CAROLINA TURMA 2
Cursista: ROSIMEIRE MOREIRA QUINTELA
Formador: Isléia Rossler Streit
Módulo 6 - Estudo de Caso
Atividade: Nº 2

Estudo de caso
Deficiência Intelectual e Problemas de Aprendizagens


ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL CRISTIAN EDUARDO HACK CARDOZO

PROFESSORA: ROSIMEIRE MOREIRA QUINTELA


Introdução


È sabido que os problemas de aprendizagem escolar são um transtorno referido com freqüência como um grande obstáculo para o desenvolvimento das potencialidades ditas "normais".

Diversos estudos em clínicas-escola (Silvares, 1998; Schoen-Ferreira, Alves, Aznar-Farias, Silvares, 2001) têm demonstrado que o principal motivo que leva os responsaveis a procurarem a ajuda dos profissionais da saúde, para seus filhos são problemas escolares. Estes podem variar de mau aproveitamento a problemas de comportamento, e também é incluindo a adaptação escolar e o convivio social.

Os transtornos de aprendizagem são problemas neurológicos que afetam a capacidade do cérebro para entender, recordar ou comunicar informações, maximizados por uma série de comportamentos, também de base neurológica. Dentre eles, temos: dificuldade para seguir instruções, fraco alcance de atenção, imaturidade social, dificuldade com a conservação, inflexibilidade, problemas de planejamento e organização mental, falta de destreza,distração,hiperatividade e impulsividade (Smith e Strick, 2001).

Entretanto, nem todos os problemas que afetam alunos em escola podem ser diagnosticados como transtorno. Os Problemas Gerais de Aprendizagem podem se manifestar de muitas maneiras, comprometendo diversas áreas, inclusive a cognitiva e social (Schoen-Ferreira, Alves, Aznar-Farias, 2004).

Pelegrini e Golfeto (2000) propõem uma classificação das dificuldades de aprendizagem:
A- as desordens especificamente escolares;
B- as decorrentes do potencial intelectual do aluno;
C- decorrentes de um comprometimento da personalidade, ainda em evolução, associado a um conflito psíquico;
D- as por razões sociais (falta de continuidade de ensino, as mudanças de escola, a troca de professores e classes numerosas);
E- as associadas a outros distúrbios ( hiperatividade, desatenção, e dificuldade de conduta).

Hübner e Marinotti (2000) também consideram diversos fatores para o fracasso escolar, como
A- quadros neurológicos ou psiquiátricos - sendo a deficiência intelectual considerado em separado;
B- defasagem entre o repertório individual e o nível de exigência escolar;
transtornos de aprendizagem;
C- falhas no sistema educacional, entre outros.

No conjunto de dificuldades de aprendizagem, incluem-se muitas vezes alunos com deficiências na área cognitiva.
Se nos distúrbios específicos de aprendizagem ocorre a exclusão dos indivíduos com deficiência intelectual, nas dificuldades de aprendizagem acaba-se incluindo um subgrupo de alunos com esse decréscimo. Garcia (1998) atenta para o seguinte: “embora por definição as dificuldades de aprendizado não sejam frutos da deficiência intelectual, da ausência de escolarização ou de problemas emocionais, esta questão da exclusão fica matizada podendo dar-se o caso de co-ocorrência de dificuldades de aprendizagem com outros transtornos do desenvolvimento, da conduta ou da personalidade.

Ao avaliar-se o aluno com suspeita de dificuldades de aprendizagem, é essencial efetuar uma avaliação cognitiva. Essa inclusão justifica-se, pois o insucesso em aprender, embora seja multideterminado, pode estar vinculado a dificuldades na área cognitiva do aluno, identificadas no modo como o aluno busca, armazena, processa e utiliza as informações para resolver questões e problemas relativos à sua aprendizagem.

Segundo o DSM IVTR (American Psychiatric Association, 2002), a deficiência intelectual é um déficit cognitivo. A característica essencial da doença “é um funcionamento intelectual significativamente inferior à média (Critério A), acompanhado de limitações significativas no funcionamento adaptativo em pelo menos duas das seguintes áreas de habilidades: comunicação, autocuidados, vida doméstica, habilidades sociais/interpessoais, uso de recursos comunitários, auto-suficiência, habilidades acadêmicas, trabalho, lazer, saúde e segurança (Critério B). O início deve ocorrer antes dos 18 anos (Critério C)”.

Há inúmeras etiologias possíveis para a deficiência itelectual, e fatores como hereditariedade, alterações genéticas, anormalidades antes ou durante o parto e influências sócio-culturais parecem agir fortemente para o desenvolvimento do quadro, que se configura, assim, como o resultado da interação de vários processos patológicos que alteram a funcionalidade do sistema nervoso central (DSM IVTR, 2002).
Em relação às características descritivas e transtornos mentais associados, não há características de personalidade ou comportamento específicas da deficiência intelectual. Os indivíduos com deficiência intelectual podem ser vulneráveis a exploração por outros (por ex., sendo física e sexualmente abusados) ou sofrer a supressão de seus direitos e oportunidades (DSM-IVTR, 2002).

A classificação da CID 10 (Organização Mundial de Saúde, 1993) para a deficiência intelectual é “a parada do desenvolvimento ou desenvolvimento incompleto do funcionamento intelectual, caracterizados essencialmente por um comprometimento, durante o período de desenvolvimento, das faculdades que determinam o nível global de inteligência, isto é, das funções cognitivas, de linguagem, da motricidade e do comportamento social. A deficiência intelectual pode acompanhar um outro transtorno mental ou físico, ou ocorrer de modo independente.

Não é somente o “funcionamento intelectual muito abaixo da média” (dado por resultado em testes de QI inferior a 70 ou 75) o fator determinante para diagnóstico da deficiência intelectual. A capacidade adaptativa do indivíduo e suas habilidades sociais são elementos importantes a se considerar antes de classificá-lo como uma pessoa com necessidades especiais (Bee, 2003). Dessa forma também, a Associação Americana de Deficiência Mental – AAMD - conceitua a deficiência intelectual.

Muitas vezes, a hipótese de deficiência intelectual só é pensada quando do ingresso na escola, haja vista que muitas das habilidades nas quais a pessoa com necessidades especiais tem mau desempenho só são requeridas no ambiente escolar. Por vezes, inclusive, são dificuldades de relacionamento e/ou aprendizagem que evocam a suspeita de uma patologia subjacente.

De acordo com Rutter (1985), existe uma fase sensível à influência do ambiente no desenvolvimento cognitivo, situada no período pré-escolar. Para Marturano (2000), “a influência do ambiente familiar, no aprendizado escolar é amplamente reconhecida”.

O impacto positivo do ambiente familiar sobre o desempenho escolar requer a combinação de dois fatores principais: experiências ativas de aprendizagem que promovam competência cognitiva, um contexto social que promova autoconfiança e interesse ativo em aprender.

Cabanas (2005) considera a sala de aula um local heterogêneo, que apresenta de 5 a 15% de alunos com muita dificuldade de acompanhar tarefas. Os alunos com a deficiência intelectual demoram a adquirir autonomia nas habilidades diárias, como abotoar roupa, amarrar sapato, ir ao banheiro, guardar brinquedos. E também apresentam mais dificuldades em permanecer numa mesma atividade escolar pelo mesmo tempo que seus colegas. Necessitam, inclusive, de um currículo mais apropriado às suas habilidades e possibilidades (Cabanas, 2005). Neste caso específico, tarefas que visem desenvolver a linguagem receptiva e expressiva.

Por meio deste estudo de caso, visei descrever as características e manifestações da deficiência intelectual e de alterações de desenvolvimento que possam estar associadas.

Método

Participou deste estudo de caso um aluno do sexo masculino, (aqui chamadas de Luis Carlos ), com 19 anos, na ocasião da avaliação, estava sua professora, os colegas da turma e outras professoras da escola, porem os colegas não foram informados da avaliação.

Foram aplicados os seguintes instrumentos, além da anamnese para coletar dados de desenvolvimento e da observação natural do aluno em sala de aula:



A-Teste de Vocabulário por Imagem Peabody (Capovilla & Capovilla, 1997), instrumento de avaliação da linguagem receptiva.

B-Child Behavior Checklist - CBCL - de 4 a 18 anos (Achenbach, 1991): lista para verificação de problemas de comportamento e habilidades sociais na percepção dos responsáveis;

C-Questionário de Habilidades sociais – Formulário para pais de crianças da pré-escola à 6ª série do Ensino Fundamental (Gresham & Elliott, adaptado por Del Prette): lista de verificação de habilidades sociais da criança, segundo seus responsáveis;

D-Teacher`s Report Form - TRF – for ages 1,5 – 5” (Achenbach, 1991): lista para verificação de problemas de comportamento e habilidades sociais na percepção dos professores, derivada do CBCL;

E-Questionário de Habilidades sociais – Formulário para professores de crianças da pré-escola à 6ª série do Ensino Fundamental (Gresham & Elliott, 1990, adaptado por Del Prette): lista de verificação de habilidades sociais da criança, segundo o professor;

F-Bender (Clawson, 1992): instrumento de avaliação da maturação percepto-motora em diferentes áreas.

Procedimento

Foi informada a escola de Educação Especial da rede privada de Foz do Iguaçu-Pr, que encaminhasse o aluno com suspeita de dificuldades de aprendizagem. A professora de Luis Carlos, chamadas aqui de Maria, respectivamente, relatou que o mesmo possuí dificuldades em acompanhar as atividades da classe é desatento e conversa com frequência, repetindo varias vezes a mesma conversa.

Realizei uma avaliação do desenvolvimento global do aluno na própria escola onde cursa o Eja na oficina pré profissionalizante, a partir da combinação das seguintes técnicas: observação e aplicação de testes no aluno, entrevistas com a professora regente e as professoras de aulas especificas. O mesmo foi também observado em sala de aula.

Resultados

A escolha dessas técnicas partiu da premissa que se tería uma imagem global da qualidade de desenvolvimento do aluno ao avaliá-lo nos vários aspectos:

A- Quanto à coordenação motora fina, verificou-se um desempenho aquém do esperado a partir dos resultados obtidos da avaliação com os testes; o aluno foi incapaz de copiar do quadrado um textos em letra manuscrita, e mesmo em letra cursiva foi produzido inadequadamente. Depois de perseverar no texto do quadro, Luis Carlos desenhou a figura humana; seu desempenho também foi inferior para a sua idade, omitindo do desenho olhos, pernas e boca; ambos não uniram os membros ao tronco.

B- Quanto à coordenação motora grosseira, Luis Carlos apresentara um desempenho adequado à faixa etária, segundo a observação em sala de aula e realizará as testes esperados para sua idade.Que na realidade Já está um pouco avançada.

C- Quanto às habilidades sociais e comportamentais, partindo-se dos dados fornecidos pelas entrevistas com as professoras por meio dos questionários de Habilidades Sociais, Luis Carlos apresentou problemas nos relacionamentos sociais pór falar demais,e por falta de atenção Luis Carlos manifesta problemas de atenção, além destes, manifesta comportamento, ansioso, depressivo e agressivo. Foi assinalado, também, que se comporta de maneira infantil, falam mais alto que a maioria dos alunos e não sabem esperar a vez.

D-Ainda de acordo com as entrevistas realizadas, na percepção de uma das profesoras , o aluno é carente de afeto, pois fala em se casar logo e ter filhos. Da mesma maneira, as professoras de Luis Carlos, os percebem como empático, participativo e cooperativo, e procura, sempre, a companhia dos colegas para executar qualquer atividade.



Discussão

A análise dos testes foi somada à realidade apresentada pelos agentes estimuladores representados, nesta instância, pela professora regente e pelas professoras especificas, nas entrevistas entre si.

A observação do aluno em seu ambiente natural permitiu fazer anotações de campo sobre seu comportamento, visando correlacioná-las às informações colhidas com os testes e entrevistas padronizadas.

Conforme a classificação do DSM-IVTR para deficiência intelectual,Luis Carlos se enquadra em todos os critérios, apresentando um funcionamento intelectual inferior à média, e limitações em algumas habilidades: comunicação, habilidades sociais/interpessoais, uso de recursos comunitários e habilidades acadêmicas. O excesso de habilidades comunicativas pode predispor os comportamentos diruptivo,deteriorando seu relacionamento principalmente com seus pares, é agressivo e inqueto.

As características comportamentais e inabilidades sociais trazidas por essas observações permitem-me a constatação de uma correlação do quadro apresentado pelo o aluno com o que é verificado, comumente em pessoas com problemas escolares, co-ocorrendo com a deficiência intelectual. Segundo Smith e Strick (2001), “pessoas com dificuldades de aprendizagem podem ter uma ampla variedade de problemas comportamentais”. É mais difícil para pais e professores lidarem com a inabilidade social dos alunos com deficiência do que com a vagareza para o aprendizado.

A escola deve se preocupar com a formação humana e pessoal dos seus alunos (Cabanas, 2005), inclusive daqueles com necessidades especiais. Esta formação envolve a capacitação do indivíduo de realizar-se em si mesmo e participar plenamente da sua comunidade, dentro de suas limitações e capacidades. Quanto mais a escola atende alunos com dificuldades, mais importante é o seu papel de promover o desenvolvimento dos mesmos, pois, como neste caso específico as questões que levam o aluno a apresentar dificuldades na escola já estava presente muito antes de seu ingresso nessa escola.

A idéia não é diminuir os objetivos escolares, tanto formativos quanto instrucionais, mas ser flexível o suficiente para adaptá-los às necessidades de seus alunos. Justamente por ele se apresentar com menor condição de acompanhar as atividades didáticas que a escola deve primar por qualidade, pois, provavelmente, ela será uma das poucas instituições sociais a receber e colaborar com o desenvolvimento deste aluno.

O professor se encontra em grande dificuldade: pois atender às necessidades específicas de seus alunos demanda mais tempo por aluno, que lhe é permitido ter. As escolas municipais de Educação contam com 35 ou mais alunos matriculados.Luis Carlos, além de não conseguir acompanhar as atividades da classe, as atrapalham com seu comportamento inadequado para a sala de aula.

Neste estudo de caso, foi diagnosticado o aluno com de deficência intelectual. Entretanto, saber da sua patologia não significa que a professora ou os reponsaveis a compreendam (Sternberg & Grigorenko, 2003). Uma boa formação da professora e a colaboração da equipe que fez o diagnóstico é fundamental para que o aluno possa ter suas possibilidades ampliadas e suas limitações trabalhadas. Por isso, inclusão é um fator motivante para a professora se aperfeiçoar e procurar novas alternativas de educação, poderão contribuir para a melhora da qualidade do ensino ministrado a todos os alunos da Educação especial. E para os alunos com problemas se mostra um desafio positivo para desenvolver suas habilidades sociais, cognitivas e artisticas.

Esta é uma tarefa árdua demais para a professora cumprir sozinha. por tanto ela Necessita de apoio da escola e da comunidade. Faz-se necessário a colaboração de diversos seviços públicos (educacionais, sociais e de saúde), para que, juntos, possam fornecer o apoio necessário para o desenvolvimento integral desse aluno.

Conclusão

A partir da avaliação realizada com o aluno Luis Carlos, pude copiar dados referentes ao desenvolvimento psicomotor, da linguagem e de aspectos sócio-comportamentais. Com base nas avaliações e na literatura revista, foi possível levantar a hipótese de deficiência intelectual leve.

Tanto em relação a deficiência intelectual, quanto às dificuldades de aprendizagem, o diagnóstico precoce é fundamental, principalmente se este se der antes mesmo da alfabetização formal. Dessa forma é possível traçar um plano educativo que favoreça o desenvolvimento de habilidades necessárias a uma boa inserção escolar e social. Realizar um trabalho de prevenção antes que a dificuldade escolar se instale seria o ideal. Neste caso a dificuldade já está instalada, resta agora ser trabalhada para a melhora do desempenho escolar.

Este estudo de caso nos permite uma reflexão sobre a política educacional de inclusão, demonstrando a necessidade de novas posturas de atuação dos professores dentro da sala de aula, e da escola como um todo, que permitam uma flexibilidade no trabalho, buscando os objetivos da educação:Que seja o de formar, informar e transformar.

Também demonstra a importância do ensino especial, agora mais uma modalidade educacional que colabora com o desenvolvimento do indivíduo e tem a possibilidade de agir preventivamente, e não apenas de forma curativa. Os professores de Educação da edcação especial, necessitam de melhor formação para poderem cumprir o papel que a sociedade nos encarregou.

O nível sócio-econômico-cultural do indivíduo com necessidades especiais, deficiência intelectual ou Dificuldades de Aprendizagem é bastante relevante para o prognóstico desenvolvimental. Logo, um nível mais baixo implica ao indivíduo mais barreiras a transpor e, menos probabilidade de ele atingir um patamar ideal de desenvolvimento. Entretanto, cabe ao profissional dedicado à habilitação desses indivíduos acreditar na ilimitada capacidade de superação do ser humano, promovendo o máximo de adaptação e alternativas à sua vida em sociedade.

Resumo:
O diagnóstico é sempre um forte aliado na terapêutica de qualquer patologia, inclusive em casos de deficiência intelectual. Assim, pode-se planejar uma intervenção mais adequada e efetiva, viabilizando a inserção social do indivíduo.
O objetivo deste estudo de caso é observar o quadro de Dificuldades de Aprendizagem como manifestação de deficiÊncia intelectual de um aluno da oficina pré profissionalizante que é trabalhado os conteúdos do EJA. Da escola de educação especial de Foz do Iguaçu - PR. Para a sua elaboração foi aplicado, no aluno, testes do desenvolvimento em algumas áreas e um teste de inteligência, e realizadas entrevistas dirigidas com a professora, os colegas da turma, outras professoras e alguns funcionarios. Desta forma, dispus de informações acerca da aprendizagem e do desenvolvimento psicológico e social do mesmo, os quais possibilitarão o acompanhamento do quadro de maneira mais próxima do ideal.

Realizei esse estudo de caso baseado no curso de psicopedagogia que estou concluindo, pela FACINTER, tenho varios livros sobre o assunto, no qual estou me aprofundando.

Referências bibliográficas:
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CAPOVILLA e CAPOVILLA. Teste de Vocabulário por Imagem Peabody. 1997
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GARCÍA, J.N. Manual de dificuldades de aprendizagem – Linguagem, leitura, escrita e matemática. Porto Alegre: Artmed; 1998.
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GRESHAM, Elliott, adaptado por DEL PRETTe. Questionário de Habilidades sociais – Formulário para pais de crianças da pré-escola à 6ª série do Ensino Fundamental
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SCHOEN-FERREIRA, Teresa Helena, ALVES, Dalva, AZNAR-FARIAS, Maria, SILVARES, Edwiges Ferreira de Mattos. Perfil e principais queixas dos clientes encaminhados ao Centro de Atendimento e Apoio Psicológico ao Adolescente (CAAA) – Unifesp/EPM. Psicologia em estudo 2001, 7(2):73-82.
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G Sapienza, MRM Pedromônico - Psicol. estud - SciELO Brasil

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